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O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

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Quem me dera a serenidade

Janeiro 11, 2018

Bruno

Deserto.

Florestas. 

Povos. 

Caravanas que passam. 

Templos, onde preces esmorecem, perdendo-se no tempo, no deserto, nas mesmas florestas.

Amo lugares que nunca vi, gente que nunca conheci. Perco-me em incensos que nunca queimei. As minhas orações, não têm língua definida. O meu coração é todo esse vasto sonho. O meu sonho é todo esse mundo, todos estes sons, todos estes cheiros, todas essas faces, esses corpos nus de encontro ao meu.

Quem me dera, no meio do tormento, a serenidade de Ser. 

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