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O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

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Estudos por conta própria

Fevereiro 08, 2018

Bruno

Tenho um amigo que é músico. É guitarrista numa banda de metal, chamada The Royal Blasphemy, e é daqueles amigos que, longe de ser dos meus amigos mais próximos, nunca me desiludiu, nem me decepcionou de forma alguma. E, além de músico, pelo que leio do que escreve no seu Facebook, gosto de vê-lo como uma espécie de filósofo. 

Num destes dias, o Johnny publicou algo que me fez rir e, ao mesmo tempo, reflectir. A imagem que partilhou, dizia: "através do aparelho para que estás a olhar agora, tens acesso a quase todo o conhecimento adquirido pela raça humana. Tu usa-lo para ver vídeos de gatos e pornografia".

De há uns tempos para cá, planeio em estudar. Mesmo que seja em casa, sozinho, penso nisso com bastante frequência e por preguiça e estupidez, ainda não o tinha feito. Até há bocado. Entretanto, tenho uma lista com três tópicos de estudo e um terço de uma página A4 escrita com excertos da Wikipedia que considerei importantes no assunto em questão. Neste bocado que usei para ler e transcrever as partes do texto, que considerei importantes, já tive tempo, também, para entrar em pânico com a quantidade de sub-tópicos que tenho que ler e estudar, caso queira esforçar-me para isto e fazer isto funcionar (e acreditem que quero muito!).

Acho que é importante dar o primeiro passo. É esse, sempre o mais difícil e o mais importante. Às vezes, não é medo, mas preguiça ou uma espécie de sedentarismo mental, o que nos impede de ir atrás das coisas, sem que nos apercebamos do mal que fazemos, não aos outros, mas a nós próprios. É essa preguiça mental, da qual parecemos nunca mais nos livrar, que mina e corrói o bem que podemos fazer por nós.

Neste momento, o texto que estou a tentar desenvolver aqui, parece um bocado vazio de contexto. Pelo menos, do contexto que eu queria explorar, até porque perdi o fio do pensamento - isto é tão recorrente, que, às vezes, amaldiçoo-me, por não escrever antecipadamente o que ia escrever aqui. Devia fazê-lo.

Assim como, por outro lado, sinto que este texto, além do propósito informativo face ao meu sucesso em dar este primeiro passo, tem uma espécie de propósito de agradecimento ao Johnny, por acertar sempre nas partilhas que faz e por ser, em grande parte, o impulsionador deste movimento tão necessário. 

Talvez, daqui a pouco tempo, comece um novo blog (outro?), meramente como uma espécie de diário gráfico dos meus estudos. Talvez não. Ainda não sei e não quero estar a colocar pressões extra em cima de mim, além da que já sinto, ao começar tudo isto.

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