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O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

O fumo do meu cigarro

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Termos de Pesquisa (últimos 2 meses)

Outubro 28, 2017

Bruno

  1. fumo do cigarro blog - 5
  2. fumo do meu cigarro blog - 5
  3. como descrever um livro - 1

 

Como diz o ditado, "gato escaldado de água fria tem medo", por isso vou verificando essas estatísticas do blogue. E é super interessante.

Às vezes, não é que me interesse o número de visualizações. Como já disse, não escrevo para ninguém em específico, nem por ninguém, senão por mim. Mas é sempre bom lembrar, que todo e qualquer blogue meu (em textos anteriores, têm os links. No perfil, também), tem os comentários moderados e que, toda e qualquer merdas, passa pela minha aprovação. Ou desaprovação.

Em questões destas, convém lembrar, também, que isto é tal e qual como no meu antigo trabalho: estou quieto no meu canto, por isso, não mexam comigo. Sim?

Boa noite, bom domingo e não se esqueçam: a hora muda as duas da manhã.  

#metoo

Outubro 28, 2017

Bruno

Se acompanham qualquer rede social, sabem de que se trata esta hashtag.

A hora vai tardia. Tive uma espécie de quebra de tensão, durante a madrugada e não me sinto preparado para escrever, mais uma vez, sobre este assunto. E, tendo já escrito, tanto em Inglês, como em Português, deixo apenas os links onde podem ler os meus textos confusos. Comentem aqui ou lá, se acharem que têm algo a comentar. Serão lidos e, mais ou menos, respondidos, ainda que não assegure qualquer tipo de resposta.

 

http://angelalucard.blogspot.com

http://cronicasdavitima.blogspot.com

 

Em qualquer um dos blogs, verão um texto com a hashtag. Se não for o último texto, será fácil de identificar. Vou ver se durmo.

Fome

Outubro 28, 2017

Bruno

São cinco e meia da manhã. Eu já devia estar a dormir especialmente depois da quebra que tive. Contudo, estou a pensar em inventar uma receita qualquer no microondas, a envolver banana. 

Não sei porquê, Lembrei-me da banana frita embalada e fiquei com essa ideia na cabeça. Sei que não sou o único louco a fazer este género de coisas durante a madrugada. 

Teatralidade

Outubro 27, 2017

Bruno

Nem tudo é teatral.

Um sorriso enorme e rasgado, pode ocultar uma alma seriamente ferida.

Um olhar profundo, daqueles capazes de penetrar a alma, pode ocultar a terrível visão da treva mais profunda.

Nem tudo é teatro.

As pessoas mais felizes, também têm as suas mágoas. 

As pessoas que nunca desapegam, também precisam da sua solidão e do seu distanciamento interior. 

Não viver em torno da mágoa, não implica que não se viva, que não se sinta.

E é ali, naquilo em que somos tudo, naquilo em que nos despimos por dentro, que revelamos tudo o que somos, tudo o que sentimos.

No fim de contas, todos temos um cantinho onde somos mais nós. 

Angústia: inspiração de merda

Outubro 26, 2017

Bruno

A noite já vai alta. É mesmo quase de manhã. 

Devia estar a dormir. Ou a acordar agora. Quem sabe? Quem é que quer saber?

Fiz algumas coisas que adiava há algum tempo. Fiquei-me, também, pelo Fado, por ouvir os mesmos Fados de Ana Moura, repetidamente. Fados de desamor. 

 

Desamor.

 

Há muito tempo que não sei o que é amor. (Este tema surgirá sempre. A escrever ou a desenhar, para não ter que viver.)

Há muito tempo que ouço músicas românticas, daquelas que tem letras bonitas, ritmos que me agradam, sem que tenham qualquer significado especial para mim. E, enquanto já lamentei a ausência desse sentimento na minha vida, sou eu que me mantenho à parte disso mesmo.

Sei que há quem me chame de doido, por isto e por muitas coisas mais. "Queres viver ou sobreviver?", pergunta-me o meu amigo, quando digo que fujo dos sentimentos para sobreviver. Não que tenha um especial desejo de viver, mas para o fazer, tenho que sobreviver: sobreviver aos outros, sobreviver a mim mesmo, sobreviver aos sentimentos, que mato à nascença, afogando-os no tanque nas traseiras da minha casa de campo imaginária. Tenho que sobreviver aos merdas que pisam essas mesmas ruas que eu, esses filhos da puta que se acham donos de tudo.

Há muito tempo que não sei o que é sentir amor. 

Amei. E a única pessoa que amei, foi a única com a qual nada tive (e sim, sexualmente).

Amei, com cada fibra do meu ser, com toda a essência da minha alma.

Amei, para deixar-me disso e perceber que, tal como não o queria antes desse sentimento, não o quero agora. Digo, há muitos anos, repetindo sempre que este tema nasce numa qualquer conversa, num sitio qualquer, que nasci sozinho e sozinho morrerei.

(Às vezes, vejo fotos dos casais. Ouço histórias de relacionamentos, presentes ou passados, e fica a mágoa de nunca me ter permitido a isso. Depois, ergo a cabeça e faz mais sentido assim. A minha vida é só minha, o meu sentimento é só meu. Não há quem mereça, quem valha a pena.)

 

A noite já vai alta. A manhã aproxima-se rapidamente.

 

Tédio. 

 

O tédio é simples. Simples demais.

O tédio é apenas viver e respirar e andar e visitar velhos ou novos sítios. O tédio é companheiro. O tédio permanece comigo, pelas noites a sós, a fumar umas no meu quarto. O tédio vai comigo ao café, vai comigo à rua, vai comigo a todo o lado.

O tédio. O amante da minha eterna melancolia.

Estou no mundo errado. Estou na vida errada.

 

Poderia dizer que estou deprimido. Acontece que, não é depressão, senão inspiração. Inspiração em tantas coisas. Naquilo que quero e naquilo que não quero; inspiração tirada de existir sem querer e de sem querer ir vivendo; inspiração de uma voz que amo há muito tempo (afinal, há amor), das guitarras Portuguesas.

 

Neste momento, escrevo porque sim. Escrevo porque preciso de descarregar a alma.

Há algum tempo que eu digo que a minha ansiedade está pior. Os sinais de depressão estão mais fortes. As ânsias de mutilar-me são intermitentes. Adicionar novas cicatrizes, às cicatrizes já existentes. Perder o olhar no horizonte e ir. Ir espiritualmente, para longe, tão longe daqui, carregando comigo os meus demónios.

 

A noite já vai alta. Daqui a nada, nasce o dia.

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