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O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

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Junho 29, 2017

Bruno

Passo a passo, vamos caminhando para fora da vida.

Passo a passo, um cigarro queima atrás do outro.

Vivemos na esperança de um novo dia. Vivemos, levando a vida pela limite. Vivemos, saindo de nós, um dia após o outro, com gosto de café, com gosto de nada.

Não sabemos bem onde vamos. Só sabemos que vamos. Quando chegarmos, saberemos... ou morreremos, sem nunca termos percebido nada.

 

Percebo que, pelo caminho, já olhei muitos Deuses e muitos Demónios nos olhos. Já baixei a cabeça à merda que anda na rua, enquanto olhei Deus nos olhos. Enquanto dançava com a morte, saboreava a vida

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Junho 28, 2017

Bruno

Soubessem o que me passa pela cabeça. Soubessem o que imagino, o que entendo, o que absorvo. 

As coisas são muito mais do que aparentam. E nesta escola onde estudam, já eu ensinei. 

Lenta e suavemente, saem palavras de mim

Junho 26, 2017

Bruno

De que me vale perseguir essas palavras mortas ou as palavras que, no meu intimo, sei que seriam mais causadoras de dano, que de benefício? 

Escrevo hoje, agora, as palavras que vão fluindo ao de leve da minha alma. Talvez devesse aproveitar e responder às cartas que aguardam uma resposta. Talvez devesse começar a trabalhar nos meus pseudo-versos, para o projecto do fanzine da Thina. Talvez devesse queixar-me aqui, de tudo o que me tenho queixado nos últimos tempos, especialmente do trabalho, das pessoas para quem e com quem trabalho actualmente. Afinal, este blog, quando foi criado pela primeira vez, foi com este intuito, o de escrever longe do conhecimento dos que me são próximos, sobre estas e outras coisas que fazem a minha alma sangrar de dor, vibrar de emoção ou ferver de raiva. Sabendo eles que escrevo naqueles blogs, conhecendo esses meus cantos, já de si íntimos, não quereria que soubessem do que aqui ia e vai.

De que me valeria perseguir palavras mortas à nascença? Tentar ressuscitar os nado-mortos das minhas entranhas, do meu âmago seria inútil. Mais me valeu assim... deixar sair... lenta e suavemente...

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Junho 25, 2017

Bruno

Tenho que parar de confiar. Tenho que deixar de falar e voltar-se, talvez, para a escrita. Uma vez mais, revela-se mais digna de confiança. 

Não está a ser um bom dia. Não está a ser uma boa folga. Não estou bem a nível emocional e sinto-me cansado. 

Com mudanças e com esquecimento

Junho 10, 2017

Bruno

Esquece as lyrics. Sente o beat. Sente o som. Ou sente a mensagem. Sabe-se lá aquilo que cada um recebe do que ouve, do que vê, do que lê. 

Vinha a descer a avenida, pensava no que poderia escrever. Pensei sobre mim. Sobre as coisas que estou a meter na cabeça, sobre as coisas em que me agarro, aquilo que tento usar para motivar-me.

Muita coisa aconteceu nestes últimos tempos. E todos nos agarrámos mais uns aos outros ou nos afastámos. Todos nos prendemos mais a certas coisas, a certos vícios, a certos devaneios, porque ajuda a deslizar pelas coisas, ajuda a deslizar pela vida, pelas dores que ela nos traz.

Tenho notado muitas mudanças. Nessas mudanças, noto-as muito mais em mim, naquilo que quero, naquilo que não quero, naquilo que aceito e não aceito. E tem sabido bem mudar, deslizar por entre as sombras da noite, surgir por entre uma nuvem de fumo, numa qualquer esquina dessa cidade, onde não existe sobriedade, nem enquanto é hora de trabalho.

 

Perco-me num instante. E já não sei que mais aí vinha. Mas não me importa. Haverá sempre mais o que escrever, haverão sempre coisas para libertar do peito. 

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