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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

07
Out16

Uma obsessão vossa

Bruno

Posso ter escrito sobre ti. Tu, que com o passar dos anos, deixaste de ter nome, de ser sombra, de ser receio. Mas não é para ti. Agora, é para os demais: esta é para os perdidos, para os confusos, para os curiosos. 

 

Não me importa quantas arranjem, o quanto se exibam. Bate o desejo e vão cair aqui. Bate a vontade, bate a curiosidade, bate o anseio de algo que não lhes é dado e vão cair aqui. 

 

Não tenho receio. Venham com tudo. Venham. 

Poderei não prender ninguém, mas terei o bastante para me tornar a vossa obsessão. E não me envergonho disso. 

 

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