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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

14
Mar17

Tristeza - um final?

Bruno

Como escrever sobre estas coisas? Como ir ao fundo da nossa sensibilidade e agarrar com força aquilo que nos entristece e magoa? Como beijar aquilo que nos fere?

Não há certezas, mas eu já o sabia. Bem no fundo do meu coração, sabia-o desde o primeiro momento, desde o momento em que, em desconfiança, o meu instinto fez-me pesquisar nomes.

Não há certezas, mas abandonam-se, agora, dez anos da vida. Despem-se, como uma pele que já não nos serve, que se deixa para trás, perante o nosso inevitável crescimento. Assim se separam os caminhos, assim se sabe que algo de novo pode acontecer.

Nunca fui bom com despedidas. Nunca fui bom a aceitar despedidas, separações, ainda que esta seja apenas mais uma. A minha vida tem sido feita disto: separações, afastamentos. Mas não me habituei.

Não escrevo nada específico, pelo silêncio que me pediste por enquanto... é porque é sempre um risco que alguém me leia, me veja a foto e perceba do que falo. Só preciso deste desabafo, para lidar com a tristeza que se alojou no meu coração, há uma hora atrás, quando me falaste daquilo que mais receei nos últimos tempos.

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