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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

08
Fev17

Tantas questões e tão poucas respostas

Bruno

Somos todos poderosos. Tudo queremos. Tudo podemos. 

Lá dentro, bem dentro de nós, há questões que permanecem desde o princípio do tempo. Procuramos saber quem somos. De onde viemos. O que fazemos aqui ou como é que viemos aqui parar. Depois disto, para onde é que vamos. 

E ainda não sabemos. Temos tantas respostas e nenhuma ao mesmo tempo. 

Há uns tempos atrás, li qualquer coisa que dizia que olhamos a vastidão do mar, a vastidão de um céu estrelado, porque olhamos, instintivamente, para as nossas origens, para a vastidão da qual faz parte a nossa casa, do pó de estrelas de que somos feitos. E é uma crença bonita, num mundo cada vez mais feio. 

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