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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

27
Jan17

Tanta coisa

Bruno

Avançamos.

Pelos vales da morte, pela sombra dos nossos medos, avançamos.

Choramos. 

Pelos filhos que partiram, que partirão. Um novo mar de sangue aguarda-nos.

Poesia.

Não a mostro a um mundo. Mostro um mundo à poesia, que não escrevo aqui, nem em domínio algum, por não confiar nas pessoas.

Fé. 

Busquemos Deus a cada pedacinho de nós. Busquemo-nos a cada tracinho de Deus.

Procuro.

Uma luz. Uma palavra. Um conforto. Procuro um abraço que seja verdadeiro, no meio do qual não sinta irritação. Procuro um abraço no meio do qual esteja confortável.

Divago.

Não sei se é de mim. Não sei se é do mundo. Mas estamos em guerra. Estamos em guerra.

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