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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

11
Fev17

Simplemente, Amor

Bruno

Vinha com uma outra música na cabeça. Mas apareceu-me esta música nas sugestões. Actualmente, não há muita gente que saiba que Evanescence são a minha banda favorita - há várias bandas e artistas com lugares muito especiais no meu coração, que têm uma imensa capacidade de pôr-me eufórico ou de acariciar as minhas mágoas, como que dizendo "vai tudo correr bem"!

Há uma coisa que é, para mim, indiscutível: o amor é uma força gigantesca. Não fosse esse o sentimento mais debatido... bem, em todas as vertentes humanas, desde a filosofia às artes. E talvez por isso, a minha querida Grega Elizabeth, tenha escrito de sonhos e tocado nesse assunto, o Amor, de uma forma tão avassaladora, contrariamente àqueles que, actualmente, usam essa palavra de uma forma tão banal e leviana, e Amy Lee tenha lançado hoje (creio) esta música, uma covet de uma artista Italiana.

Falta-nos, humanos, muito disso: Amor. E não falo de amor, daquele amor leviano dos miúdos de hoje, daquele amor que hoje é é amanhã já foi. Falta-nos aquele Amor transcendental, que transcende conceitos e barreiras, o mesmo Amor pelo qual muitos morrem e muitos matam, o Amor à Terra, o Amor ao próximo, o Amor à nossa essência. 

Sinto que Elizabeth e Amy Lee, estão a mandar as suas mensagens. Talvez, no meu simplório entender, o Universo esteja a utilizá-las como um veículo maior, para mim. Para outros, que não leiam o texto de Elizabeth, que não ouçam a música que Amy Lee lançou, talvez seja apenas um outro dia - houve um eclipse da Lua que não vi, uma noite de trabalho (e bastante), com muita loucura e estupidez à mistura, que acho que possa ter sido influenciada pela imensa Lua Cheia. Tocando na Lua Cheia, recordei-me de, numas férias, ir deixar o meu primo a casa dos nossos avós e voltar pelo mesmo caminho, no meio da mata, cuja iluminação era da Lua Cheia. Tirando o receio, o ambiente que nos habituaram, fantasmagórico, era lindo e de alguma paz. Talvez, algum predador que não era humano, mas animal ou, talvez, nem isso, estivesse à espreita. E sentido a força do Amor ao luar, tenha seguido o seu caminho.

Hoje, acabado de chegar a casa, seis da manhã... tenho a certeza de que há mais coisas. Por muito que nos ocultemos sob máscaras, por muito que viremos o rosto para o lado, para que não nos desmascarem uma certa fragilidade, por muito que fujamos de qualquer sentimento, haverá sempre Amor: Amor para dar e Amor para receber; Amor para sentir e Amor que nos sintam. Por muito solitários que sejamos ou por muito sós que estejamos no mundo, haverá sempre, sempre, de alguma força, um traço do nosso Amor no mundo.

Muito obrigado!

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