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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

14
Jan17

Sentir sem razão de ser

Bruno

Sinto. Sinto muito. Sinto tanto, que, por vezes, é como se sentisse o peito a abrir, quase a explodir de sentimentos, que não têm razão de ser, que não têm destinatários. 

Há uns tempos atrás, tentava saber o que é que as pessoas sentiam em relação a mim, o que é que sentiam na minha presença, como é que me classificariam, se é que o fizessem. Actualmente, não me interessa. Vivo porque tenho que viver e importo-me com a única pessoa que esteve comigo desde o meu nascimento e que estará lá na hora da minha morte: eu! 

Sinto, nem sei para quê! 

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