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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

04
Nov16

Saudades do mar, à noite. Uma falésia.

Bruno

Tenho saudades do mar à noite. Tenho saudades do seu canto, do seu cheiro, do seu gosto. Tenho saudades de uma falésia. 

 

Uma volta de carro pela noite. Estradas escuras. Estradas serpenteantes, no meio da serra. Bebida. Uma paragem pelo meio e danças deles, no meio da estrada. Regresso à estrada e paragem na Boca. Caminho em direcção ao separador da falésia e fico a sentir a brisa da noite na cara, oiço o canto do mar lá em baixo. 

 

O Cabo. Quantas noites, vendo o farol disparando as suas luzes para a escuridão do céu e do mar. As praias, não muito longe dali 

 

Tenho saudades dessas noites. Tenho saudades de sentimentos selvagens, que nem as minhas habituais noites na rua me oferecem. 

 

A noite passa calma. Tranquila. 

A música envolve-me e traz-me uma certa nostalgia. 

Está na hora. 

Está mais que na hora. 

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