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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

18
Jan17

Não vale a pena

Bruno

Poderia alertar-te. Dizer que aconteceu. Poderia. Mas mal pensei nisso, esqueci-o. Não vale a pena. Não mereces que te incomode com minimalismos. 

Assumi a responsabilidade e assim me mantenho. Mantenho-me por perto. Mantenho-me fiel ao princípio de que não me afasto por causa de terceiros. Mantenho-me fiel, perante a minha recusa em ser igual ao mundo, perante a minha recusa em dançar uma música que não é a minha, a minha recusa em abraçar um sentimento que não é o meu. 

 

Poderia escolher as armas para uma guerra, tranquila e silenciosamente, enquanto as luzes vermelhas do letreiro piscavam lá fora. Poderia sair pela noite fora, dançar nu à volta de um fogueira, no meio da mata, enquanto entoava orações incompreensíveis, ao mesmo tempo que o luar banhava o meu corpo nu, ao mesmo tempo que o frio beijava a minha pele. 

Poderia fazer tantas coisas. E não vale a pena. Não valem a pena. 

 

Mantenho-me fiel a mim mesmo. E às minhas escolhas. 

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