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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

15
Dez16

Não farei resoluções

Bruno

Tenho-as quebrado sempre. É sempre "ano novo, vida nova", mas o certo é que não o tenho cumprido. 

"Alguma vez teremos que fazê-lo", diz a minha velha tia, quando constacto esse facto. 

Pois é, mas não o temos feito. Que me garante que o faremos diferente? Seja como for, só espero que 2017, que se aproxima rapidamente, venha melhor, mais calminho, mais amigo, do que foi este 2016.

 

Ao entrar nos blogs do sapo, vejo a sugestão de usar a tag "2017". Segui-a, porque apesar de usar este espaço como um rascunho de qualquer coisa, não me importo que outros me descubram por aqui. 

Este pequeno e humilde espaço... Bem como qualquer blog meu, serve-me de escape. Um dos autores que mais aprecio, o Fleuma, refere-se ao seu próprio blog como um espaço de terapia pessoal. Assim é comigo, quando escrevo aqui... Ou ali... Ou noutro lado qualquer. Escrevo para mim, escrevo por mim, ainda que possa haver quem goste do que lê, quem se identifique, quem procure conforto nas minhas palavras, ao ver-mr mais enlouquecido que eles próprios. 

 

Deixo, então, 2017, tal como muitos outros anos, sem qualquer resolução. Para fazer alguma coisa, tenho 365 dias no ano e não é o fim de apenas outro que ditará o que quer que seja. 

Espero, como já escrevi, que 2017 venha mais calmo, mais suave.

Agora, acho que é hora de dormir. 

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