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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

26
Jun17

Lenta e suavemente, saem palavras de mim

Bruno

De que me vale perseguir essas palavras mortas ou as palavras que, no meu intimo, sei que seriam mais causadoras de dano, que de benefício? 

Escrevo hoje, agora, as palavras que vão fluindo ao de leve da minha alma. Talvez devesse aproveitar e responder às cartas que aguardam uma resposta. Talvez devesse começar a trabalhar nos meus pseudo-versos, para o projecto do fanzine da Thina. Talvez devesse queixar-me aqui, de tudo o que me tenho queixado nos últimos tempos, especialmente do trabalho, das pessoas para quem e com quem trabalho actualmente. Afinal, este blog, quando foi criado pela primeira vez, foi com este intuito, o de escrever longe do conhecimento dos que me são próximos, sobre estas e outras coisas que fazem a minha alma sangrar de dor, vibrar de emoção ou ferver de raiva. Sabendo eles que escrevo naqueles blogs, conhecendo esses meus cantos, já de si íntimos, não quereria que soubessem do que aqui ia e vai.

De que me valeria perseguir palavras mortas à nascença? Tentar ressuscitar os nado-mortos das minhas entranhas, do meu âmago seria inútil. Mais me valeu assim... deixar sair... lenta e suavemente...

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