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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

23
Jan17

Escolhi sentir o momento

Bruno

Encosto-me e aprecio o meu cigarro. Há coisas que parecem fluir melhor sob o gosto de um cigarro.

 

Aprecio cada gostinho de vida, cada batida do coração. Mesmo que sejam madrugadas frias em casa, de alguém, com alguém a quem se tem boa amizade e bom respeito.

Aprecio cada gostinho de vida, cada noite fria. Mesmo que não se aproveitem a mesma perdição de quem nos rodeia, sabe-se que as almas dançam a mesma música. Sabe-se que as almas se sentem - será do mesmo jeito?

 

Aproveito uns minutos antes de ter que preparar-me para ir trabalhar. A noite adivinha-se fria; talvez não tão fria como a de ontem, mas, ainda assim, fria. Sei aquilo com que posso contar daqui a nada, mas, ainda assim, encaro-o com uma estranha calma, sem antecipação de irritação ou de ansiedade irritada - irritação, portanto.

Escolho ouvir a minha música, "viajar" interiormente, ao invés de ligar à propaganda que muitos tentam negar, vinda das notícias. Escolhi sentir este momento, ao invés de deixar que o momento vibrei por mim.

(Já que tantos falam do Donald Trump, vejo o ar de escárnio de Rodrigo Guedes de Carvalho, ao dar, uma vez mais, a notícia da tomada de posse do dito, passando a palavra a um escárnio igual ao de Miguel Sousa Tavares, sem que consiga manter a imparcialidade que devia constar de jornalistas - penso que seja essa lacuna na imparcialidade que o tornou apresentador.)

 

Tenho outra coisa para fazer. Ou para sentir. Não sei bem, mas consiste no etéreo disso mesmo: sentir!

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