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O fumo do meu cigarro

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Decadência

Fevereiro 07, 2017

Bruno

 Escrevi um pequeno texto sobre ele.

Há coisas que chegam ao ponto de tornar-se uma doce decadência. Insistir num sofrimento, sabendo que nada resultará dali, consegue tornar-se decadente. Sorte a minha, que sempre tive um certo gosto pela decadência. Sorte a minha, que a decadência é o meu nome do meio. E que, se hoje me mantenho à parte de sentimentos, essa decadência é um sentimento maior que sinto por esse alguém. Por esse olhar. Por um corpo nu, agora marido e pai; alguém que era capaz de desnudar uma alma como ninguém, fazendo com que os outros se mintam, se iludam com falsas esperanças. 

Sorte a minha, que amo arcadas de prédios. Lugares ermos e desolados. Edifícios ao abandono, muito ao estilo do meu corpo mais ou menos jovem. A decadência dos demais, que me dói como tudo, que amo e sinto na minha alma.

E por ti... dei azo a tudo isto, dei asas a todo o meu ser, a toda a minha essência. 

Pó de estrelas. Decadência em pó de estrelas.

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