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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

14
Set16

Cada um vira-se como pode.

Bruno

Cada um vira-se como pode. Às vezes, não há grande escolha, nem sequer tens grande interferência nos resultados finais, não importa o quanto tentes. 

 

Prefiro estas horas solitárias da noite, desprovidas de qualquer situação, desprovidas de qualquer acção. Posso dizer que não gosto da rotina, mas fora dela fico nervoso (dentro dela, fico irritado), mas eu prefiro o meu canto seguro. 

 

Cada um vira-se como pode, e enquanto arriscam, eu virei-me para mim. Fechei as portas à vontade de querer, tranquei as portas à vontade de querer ficar.

Cada um vira-se como pode e eu, para me virar, tive que deixar de confiar. 

 

Sou aquela presença, que passou a ser una ausência assídua. 

 

Não sentes, não dói! 

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