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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

20
Nov16

Bagdad: sonho.

Bruno

Bagdad! Minha Bagdad de sonho, de ruas cheias de vendedores, de luz, de música... Minha Bagdad de sonho, da qual restam ruínas. 

 

Chove lá fora e a alma chama-me para uma dessas caminhadas nocturnas, que muitos apelidam de loucura. Pena, não ligo muito a opiniões alheias. 

A minha mente vagueia por entre terras de sonhos, por entre fantasias eróticas, pelos desertos que não verei, pelos corpos que amei, que desejei amar. A minha mente é intrusa, na calma da noite, como o vento. E sopra uma brisa imaginária no meu rosto, enquanto sonho acordado. 

 

Queria mais de tudo. Mas não estou disposto a dar mais. Estranho, não? 

 

Minha Bagdad de sonho, de mil e uma noites, de mil e uma lâmpadas iluminando o interior das caravanas, da areia do deserto. 

Chove lá fora... E não é Bagdad. 

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