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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

03
Dez16

Acho que sabemos sempre

Bruno

Sabemos. Sabemos sempre. 

Sentimos. bem cá dentro, sentimos. 

Há aqueles momentos que fazem falta. E é pena que apenas uma morte reúna as pessoas. Enquanto não é tarde demais. 

Vai-se ao jantar mal combinado. Fala-se. Bebe-se. Ri-se. Ri-se muito. 

 

Agora, a sós, ouve-se música. Há pensamentos, que tenho sentido inevitáveis. Não interessa o quão frio tenta ser-se, há sempre algo a ressurgir, sempre uma dúvida. 

Sinto que não é bom. Há coisas que já deveriam estar ultrapassadas, mas foi sempre mais fácil guardar e calar, sem falar, sem reagir. 

 

Não importa. Acho que, no fim, sabemos, ou melhor, pressentimos, aquilo que nos acontecerá. 

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