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O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

A quem nunca foi meu

Janeiro 31, 2017

Bruno

Nada como um súbito recordar. Nada como um súbito sofrer. 

Sem motivo, recordei-me de ti. Tu, que apesar das conversas e das minhas vãs fantasias, nunca foste meu. E que tanto te quis. Talvez, apesar dos pesares, o único a quem quis verdadeiramente, a quem nunca dei um traço de esquecimento.

Há muita história por detrás de tudo isto. Uma história que, além de um blog entretanto eliminado, pequenas entradas ali num dos meus outros cantos, escritos nos meus diários e a enorme quantidade de poemas, não será reescrita. Já, não mais, será falada. Sabendo o que soube, o que vim a saber, imagino que ela possa ter falado. Mas que importa agora? Está tudo morto. Tudo morto. 

Tudo morto, menos tu e eu. (Nunca existiu um nós.)

Tudo morto, menos o que senti e o que sinto.

Acredita, meu bem, este coração não será de ninguém mais - a facilidade de apego é destruída com o distanciamento dos riscos. 

Eles quiseram que eu passasse longe do caminho que trilho, mas eu escolhi-o. Sem mágoas. Sem arrependimentos.

Tenho percebido que, pensar-te, atrai-te. Será, talvez, o tal íman cósmico de que falei uma vez. Talvez por isso, tenha-me lembrado de ti e aqui te escreva, meu amor sem seres meu.

Talvez...

Lembrei-me de ti. Será que pensas em mim?

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