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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

20
Fev17

...

Bruno

Conheço a voz. Já ouvi o que dizias antes e o jeito de expressão não me agradava tanto, mas... todos mudamos, não é verdade?

De tempos a tempos, lá vou eu, pelos insondáveis caminhos da descoberta. A descoberta da música, a descoberta de sentimentos, emoções (e talvez tenhas razão, a minha alma não será tão fechada quanto eu afirmo). De tempos a tempos, vozes e estilos misturam-se. Separam-se. Encontram-se, novamente, os caminhos que antes não se uniram. Unem-se, sabe-se lá por quanto tempo. E dessa união, surgem frutos: obsessão. Quietude na escuridão. Lágrimas que escorrem timidamente pela cara, que nem a sós eu gosto de chorar. 

Conheço a voz. E sei que amo. Amo essa voz. Amo. Não sei quem. Não sei o quê. Mas amo. E com força, com toda a minha força, vejo os meus amores esmorecerem, sucumbirem. Desaparecem pelo tempo. Desaparecem pela vida. Até ao dia, em que eu me tornar esquecimento.

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