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O fumo do meu cigarro

O fumo do meu cigarro

05
Fev17

...

Bruno

Escrever. Escrever e tornar a escrever.

Escrever, sem rumo, nem sentido. Sem qualquer destinatário.

Escrever o quanto me apeteça. Fazê-lo sem limite, o quanto me apeteça. 

Deixar sair tudo: bem e mal, com ou sem inspiração. Dizer que sim. Dizer que não. 

Fazer o que pode ser estupidez, loucura, vício ou compulsão. 

Mostro mais. Sem, na verdade, mostrar grande coisa.

Hoje, é um dia que não dá para adiar. Dia de ficar em casa, como decidi na semana passada e como fiquei na anterior. Dia de fazer algumas mudanças no quarto, de fazer alguma coisa por mim.

O tempo tem-se passado, sem que me tenha mexido ou feito o que fosse pela mudança. Mas não dá mais. 

 

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