Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

Querido diário,

Novembro 17, 2017

Bruno

Andas à espreita. Silenciosa e predatória.

Segue-me, pela Sombra. Dou-te a mão. E abandono-te lá. Sabes o monstro do pântano? Ele existe é dançamos ao luar.

 

Ultimamente não estou em mim. Sinto imensas coisas, que me fazem sentir contrafeito com demasiadas coisas. Não adianta queixar-me, porque no fim ninguém se importa, até te rebaixam.

Imagina

Novembro 06, 2017

Bruno

Imagina.

Imagina só o silêncio, de uma cidade vazia. Imagina o teu coração a preencher uma sala. O som do teu coração, a única coisa que rasga o silêncio infinito da tua alma, que grita sem gritar, que chora sem chorar, que sofre sem sorrir.

Imagina, como se o mundo não fosse mais que uma coisa imaginada, como se não existisse qualquer outra coisa para lá disso que imaginas. 

Imagina, de olhos fechados, a praia deserta, sob o sol de Inverno. O som do mar. O cheiro. Agora, não é uma praia, mas sim um penhasco, sem sol, num dia de tempestade. O mesmo mar, furioso contra as rochas. Cabo.

Imagina como seria amar, pegar numa mão quente e colocá-lá sobre o teu peito, para que sentisse o teu coração. Mas o teu coração está mais morto que as estátuas de pedra, que o tempo não destruiu (ainda), a mão está fria e tudo isso é uma imensa mentira.

Imagina que o mundo era feito de coisas boas e verdades. Imagina aqueles caminhos da tua infância, aquela passagem coberta de silvas, aqueles olhares e aquelas vozes, que em tempo eram sinónimo de felicidade, que são sinónimo de saudade. 

Imagina se fosses apenas pó, levado pelo vento, beijando todas as faces deste mundo.

Imagina.

Eliminei o Facebook

Novembro 06, 2017

Bruno

Hoje em dia, vive-se estupidamente dependente das redes sociais. Colocamos tudo ali, para que todos vejam e apreciem, o quão felizes ou miseráveis somos.

Ontem desactivei o meu Facebook. Hoje, o Twitter. Fiquei com o Instagram e com o Snapchat, que mal utilizo. Fiquei com o Tumblr, que é uma plataforma de blog, meio à mistura com rede social, que é onde gasto mais do meu tempo. Voltei a activar o Pinterest por motivos meramente criativos, uma vez que considero mais fácil de encontrar ideias e processos de criação. Tenho assim, uma rede social (o Instagram), mas, dos meus amigos, qualquer pessoa pode contactar-me: o Messenger continua activo. 

Vivemos num mundo que exagera na exposição. Claro que só nos expomos tanto quanto queremos. Claro que só expomos de nós aquilo que queremos. Há muito tempo que tinha eliminado todo e qualquer domínio público do meu Facebook. Tudo isto é temporário: eu sei e conheço-me de cor. Sei que, mais dia, menos dia, volto a instalar o Facebook no telemóvel. Sei aí e regressarei auto Twitter, mas não será por enquanto. E pretendo manter as coisas assim. A bem da minha sanidade mental, tem que ser.

 

Eliminei o meu Facebook ontem. Nem sei quantas vezes já desbloqueei o telemóvel para o ver, para recordar-me que essa rede social já não existe ali. Tenho um outro telemóvel, do qual estou a escrever este texto, onde mantenho o Instagram e o Snapchat. Para quê? Mal os uso.

Seja como for, é meio caminho para largar tudo isto. Seja como for, é meio caminho para me livrar dessas redes sócias da bosta, que nada acrescentam à minha vida. Mas se quiserem ter um pouco a noção do que sou, podem sempre ver a página Rebel Circus, cujas publicações acertam em cheio no meu jeito de ser e pensar.

Blessed be.

Pensamentos desordenados

Novembro 05, 2017

Bruno

Já se passou o Halloween. Já se passou o dia dos mortos (de finados, de todos os santos e sabe Deus que mais).

O véu entre o mundo dos mortos e o nosso foi levantado. Novamente colocado. Houveram manifestações de outros lugares. Houveram corações abertos. 

Tenho pensado em muita coisa para escrever e não tenho escrito. Tenho pensado em coisas inúteis, em coisas sobre as quais seria interessante escrever, oferecer pontos de vista aleatórios. Tenho pensado que há muito a dizer e que podia escrever aqui, de forma desligada e crua. Não o tenho feito.

Tem chovido torrencialmente. Tem trovejado. Entre abertas, vislumbra-se a imensa lua cheia, que ilumina o céu com o seu azul pálido. Penso que há caminhos que devia evitar.

Recordo-me do que vejo. Do que pressenti, sem falhar uma. E a lei da atracção, acreditam nisso? Queria começar com isto. Acreditam que temos o poder de atrair aquilo que desejamos só pelo desejo e pelo pensamento?

Recordo uma fase algo complicada, com uma história igualmente complicada, com uma pessoa. Recordo de andar com medo e de sentir-me seguido pelas ruas. Recordo que, quando batia a saudade, quando o pensamento se demorava exageradamente em ti, tu aparecias.

Penso que tenho andado com um certo receio. Há um amigo do qual nada sei há uns tempos. Soube que estava em Espanha e que houve qualquer coisa mais (os detalhes não importam). Mas tenho pensado imenso nele, ultimamente, fico a imaginar que ele vai voltar. Fico a pensar que ele, talvez, venha mudado. Fico a pensar que aqueles pedidos engraçados, para irmos dar uma volta, voltem, que eu aceite e que as coisas corram mal (e não estou a ironizar).

Ultimamente, tenho sentido tanta coisa, que daria para escrever e desenhar. Houvesse disposição e menos preguiça. 

São horas de dormir.. Sete da manhã. 

Até mais logo. 

Termos de Pesquisa (últimos 2 meses)

Outubro 28, 2017

Bruno

  1. fumo do cigarro blog - 5
  2. fumo do meu cigarro blog - 5
  3. como descrever um livro - 1

 

Como diz o ditado, "gato escaldado de água fria tem medo", por isso vou verificando essas estatísticas do blogue. E é super interessante.

Às vezes, não é que me interesse o número de visualizações. Como já disse, não escrevo para ninguém em específico, nem por ninguém, senão por mim. Mas é sempre bom lembrar, que todo e qualquer blogue meu (em textos anteriores, têm os links. No perfil, também), tem os comentários moderados e que, toda e qualquer merdas, passa pela minha aprovação. Ou desaprovação.

Em questões destas, convém lembrar, também, que isto é tal e qual como no meu antigo trabalho: estou quieto no meu canto, por isso, não mexam comigo. Sim?

Boa noite, bom domingo e não se esqueçam: a hora muda as duas da manhã.  

#metoo

Outubro 28, 2017

Bruno

Se acompanham qualquer rede social, sabem de que se trata esta hashtag.

A hora vai tardia. Tive uma espécie de quebra de tensão, durante a madrugada e não me sinto preparado para escrever, mais uma vez, sobre este assunto. E, tendo já escrito, tanto em Inglês, como em Português, deixo apenas os links onde podem ler os meus textos confusos. Comentem aqui ou lá, se acharem que têm algo a comentar. Serão lidos e, mais ou menos, respondidos, ainda que não assegure qualquer tipo de resposta.

 

http://angelalucard.blogspot.com

http://cronicasdavitima.blogspot.com

 

Em qualquer um dos blogs, verão um texto com a hashtag. Se não for o último texto, será fácil de identificar. Vou ver se durmo.

Fome

Outubro 28, 2017

Bruno

São cinco e meia da manhã. Eu já devia estar a dormir especialmente depois da quebra que tive. Contudo, estou a pensar em inventar uma receita qualquer no microondas, a envolver banana. 

Não sei porquê, Lembrei-me da banana frita embalada e fiquei com essa ideia na cabeça. Sei que não sou o único louco a fazer este género de coisas durante a madrugada. 

Teatralidade

Outubro 27, 2017

Bruno

Nem tudo é teatral.

Um sorriso enorme e rasgado, pode ocultar uma alma seriamente ferida.

Um olhar profundo, daqueles capazes de penetrar a alma, pode ocultar a terrível visão da treva mais profunda.

Nem tudo é teatro.

As pessoas mais felizes, também têm as suas mágoas. 

As pessoas que nunca desapegam, também precisam da sua solidão e do seu distanciamento interior. 

Não viver em torno da mágoa, não implica que não se viva, que não se sinta.

E é ali, naquilo em que somos tudo, naquilo em que nos despimos por dentro, que revelamos tudo o que somos, tudo o que sentimos.

No fim de contas, todos temos um cantinho onde somos mais nós. 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D