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O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

O fumo do meu cigarro

Apenas um outro blog

Ya, e coisas!...

Janeiro 16, 2018

Bruno

Somos os sonhos que temos. 

Somos as pessoas que amamos. 

Estamos constantemente a afirmar aquilo que não somos. Porquê? Desde quando é que se tornou vergonha mostrar o que somos?

Somos os lugares que nos fazem felizes. Ou infelizes. 

Somos as escolhas que fazemos. 

Somos o amor que vivemos ou de fugimos. 

Somos o ódio. Somos a intolerância. Connosco. 

Queremos tanto evoluir, que estamos a destruir-nos. Que triste, não é?

Somos as horas da madrugada... As frases que deixamos a meio, porque nos esquecemos do que íamos escrever.

Somos parte de quem está à nossa volta. E tudo isto, é que nos torna os indivíduos que somos. Como tal, indivíduo implica único. Cada um de nós, à sua maneira.

 

Sorrisos. Olhares cúmplices. 

Coisas que se vivem. Uma vida que se esquece. 

Os dias passam rápido.

Invariavelmente, estou tenso. 

Estou constantemente ansioso. 

Fico em casa. Jogo. Vejo televisão. Desenho, embora seja raro. 

Tudo está bem. Tudo está uma bosta. 

Não sei... Perco-me com a conversa e já não sei o que ia escrever.

 

Quero só um pouquinho de paz de espírito. 

Quem me dera a serenidade

Janeiro 11, 2018

Bruno

Deserto.

Florestas. 

Povos. 

Caravanas que passam. 

Templos, onde preces esmorecem, perdendo-se no tempo, no deserto, nas mesmas florestas.

Amo lugares que nunca vi, gente que nunca conheci. Perco-me em incensos que nunca queimei. As minhas orações, não têm língua definida. O meu coração é todo esse vasto sonho. O meu sonho é todo esse mundo, todos estes sons, todos estes cheiros, todas essas faces, esses corpos nus de encontro ao meu.

Quem me dera, no meio do tormento, a serenidade de Ser. 

Verdades sobre a cultura popular (the truths about the popular culture, by Joseph Paul Watson)

Janeiro 09, 2018

Bruno

Preparem-se, senhores do politicamente correcto, para ficarem ofendidos!

Etimologia

Janeiro 09, 2018

Bruno

e·ti·mo·lo·gi·a 
(latim etymologia-aedo grego etumología-as)
substantivo feminino

1. [Gramática]  Parte da Gramática que trata da origem e formação das palavras.

2. Origem de uma palavra. = ÉTIMO


"etimologia", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/etimologia [consultado em 09-01-2018].

Elite

Janeiro 09, 2018

Bruno



 e.li.te






 

ɛˈlit(ə)eˈlit(ə)



nome feminino
 



1.

minoria prestigiada constituída por aqueles que são considerados superiores



2.

o que  de melhor numa sociedade ou num determinado grupo



Radiohead acusam Lana del Rey

Janeiro 08, 2018

Bruno

Screenshot_2018-01-07-21-44-11.png

 Estava a ver o meu Twitter, ontem à tarde, quando dei de caras com este Tweet. Fui aos assuntos do momento e lá estavam, tanto Radiohead, quanto Lana del Rey. Para tentar entender o que se passava, fui ver o que dizia pelo Twitter (obrigado!) e percebi vários coisas:

 1) os Radiohead consideram que a música "Get Free" da Lana, é um plágio da sua música "Creep";

2) fiquei a saber que a "Creep", por sua vez, foi razão de uma disputa em tribunal, pelo mesmo motivo: plágio! Não só perderam, como tiveram que dar a co-autoria da música e um certo valor dos ganhos aos The Hollies, pela música "The Air I Breathe" (a mesma que plagiaram);

3) como podem ver pelo tweet, a Lana del Rey predispôs-se a dar-lhes 40% dos seus ganhos com a sua música, mas os advogados dos Radiohead são inflexíveis, ao ponto de exigirem 100% do mesmo.

 

Ora bem, deixem-me ir por partes: começo por dizer, que concordo plenamente que os artistas se protejam e peçam o que é seu de direito. Ao fim e ao cabo, é o seu trabalho, o seu esforço, os seus anos de luta e de estudo (de alguns), que ali está, pelo que, como já disse, concordo que exijam o que lhes cabe. Tal como os The Hollies fizeram. Se, realmente, a Lana del Rey e os Radiohead chegarem a vias de facto e chegarem a ir às salas de tribunal, não sei se existirá base legal para isto, já sem mencionar a base moral, não é verdade? Sendo que, não existindo essa base legal, nem moral, não acho correcto a Lana oferecer 40% dos seus ganhos a estes "senhores", quanto mais que exijam 100% do mesmo.

 

O meu texto não poderá, nunca, ser imparcial, devido ao facto de os Radiohead serem-me completamente indiferentes e eu ser um fã da Lana del Rey. É é nestas alturas, que fico feliz de não ser jornalista ou cronista profissional. Contudo, há que existir um certo equilíbrio nas coisas, tem que existir essa constância para que as coisas façam sentido, tal como é o caso das questões que podem e devem ser colocadas: plagiou, realmente, a Lana del Rey? Se plagiou, não deviam ser os The Hollies a efectivar um processo jurídico, face à acusação de plágio? Têm, os Radiohead, bases legais para actuar contra a Lana? Claro que, num processo legal, as bases morais não se aplicam (ou aplicam-se?), mas não consigo deixar de pensar nesta questão, depois de tomar conhecimento de que, também eles, foram acusados de plágio, justamente pela mesma música.

Deixo um excerto da Wikipedia, que se refere à acusação de plágio contra os Radiohead. Qualquer pesquisa no Google sobre este assunto, irá revelar vários sites a mencionar isto, e desculpem estar EM Inglês, mas a versão em Português não tem nada. E, como poderão ver, as pessoas foram rápidas a fazer alterações na Wikipedia e a acrescentar este litígio entre a banda e a artista. 

"" Creep" shares a chord progression and melody with "The Air That I Breathe", a 1972 song recorded by the Hollies.[9][10] The song's writers Albert Hammond and Mike Hazlewoodsued and received cowriting credits and a percentage of the song's royalties.[11]According to Hammond, "Radiohead agreed that they had actually taken it ... Because they were honest they weren't sued to the point of saying 'we want the whole thing'. So we ended up just getting a little piece of it."[12]

In 2018, Radiohead themselves launched a lawsuit against Lana Del Rey claiming her song "Get Free" plagiarizes "Creep", demanding 100% of the publishing royalties. The case is still in litigation."

Fonte: https://en.m.wikipedia.org/wiki/Creep_(Radiohead_song)#Copyright_lawsuits

 

Deixo no ar a pergunta: iremos ver o Tony Carreira a exigir dinheiro por plágio, a qualquer músico, no futuro?

Piadas à parte, tentarei seguir o assunto, pois admiro e respeito imenso a Lana del Rey. 

Another birth, poema de Forugh Farrokhzad

Janeiro 03, 2018

Bruno

A dark and chanted verse is what I am 
Forever bearing you 
In myself imbued with you 
Forth to the morning of eternal burgeonings and blooms 
Oh yes I drew you through this verse oh breath 
Oh yes I drew you through 
This verse and crafted you 
To seas to trees to fire I grafted you. 

Life may be 
A street crossed by a woman with a basket every day 
Life may be 
Rope for a man who hangs himself from a branch. 
Life may be a child coming home from school. 
Life may be a cigarette lighting 
Up in the narcotic pause between lovemaking and love made 
Or the dazed gaze of a passerby 
Tipping his hat to a passerby 
With a senseless smile and a Good Morning. 
Life may be that cloistered moment 
When my gaze comes to ruin in your pupils 
Wherein there lies a feeling 
Which I shall blend 
With the moon's impression 
And the night's perception. 
In a room the size of loneliness 
My heart the size of love 
Looks at the simple pretext of its happiness, 
The vase's flowers, their beautiful decay, 
The sapling that you implanted in our garden 
And the canaries' song 
Wide as a window frame. 

Oh 
My lot is this 
My lot is this 
This sky abducted from my sight by a hung curtain, 
This passage down a deserted stairway 
To retrieve something from amid the rot and banished thoughts. 
My lot is a sad promenade in nostalgia's garden,
My lot is to catch my death in the despair of the voice that says to me 
'I love 
Your hands.' 

I shall plant my hands in the garden 
And I will grow I know I know oh I know 
And in my hand's inkstained hollow 
The swallow 
Shall lay its eggs. 

I shall wear 
A pair of cherries as ear-rings 
And dress my nails with dahlia petals 
There is an alley where 
Boys who were in love with me even now 
Linger with the very unkempt hair and lanky legs
Recollecting the innocent smiles of a little girl 
The wind blew away one night. 

There is an alley my heart 
Has stolen from my childhood's neighborhood 

A form journeying along time's line 
Inseminating time's dry line with form 
A form aware of an image 
Back from a mirror's feast 

And that is how it is 
That somebody dies 
While someone abides 
None who fish 
In the tiny stream that drains out into a ditch 
Can ever fish up a pearl. 


Know a sad little ocean sprite 
Down in her watery haven 
Who oh so softly 
Plays her heart through a flute, 
A sad little sprite 
Who dies from a kiss at night 
To be born from a kiss at dawn. 

Translated by A.Z. Foreman 

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